By Ana Bailune
"Toda a arte é completamente inútil." -  Oscar Wilde
CapaCapa
Meu DiárioMeu Diário
TextosTextos
ÁudiosÁudios
E-booksE-books
FotosFotos
PerfilPerfil
Livros à VendaLivros à Venda
Livro de VisitasLivro de Visitas
ContatoContato
LinksLinks
Meu Diário
16/12/2016 08h14
Sonhos - Vizinha

Sonhei que uma vizinha dos nossos tempos de infância tinha falecido. Na vida real, ela está em estado vegetativo há anos. Esta vizinha teve uma grande importância para nossa família quando éramos crianças, pois nos momentos de mais necessidade, quando não tínhamos dinheiro sequer para uma ceia de natal, ela nos convidava. Ela sempre foi muito presente, e minha mãe e ela eram grandes amigas.

 

 

 

 

 

 

 

Eu estava em casa de minha mãe (minhas irmãs também estavam lá), e olhando para a janela do quarto desta vizinha, eu via que tudo estava quebrado, como se estivesse em obras. Pensei em quanto tempo ela passou, no final da vida, fechada naquele quarto sem poder ver, falar, andar ou ouvir, e assim que ela morreu, começaram as obras como se estivessem querendo livrar-se da presença dela.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

De repente, eu vejo a minha mãe. Corro para ela chorando, e a abraço dizendo que sinto muitas saudades. Digo a ela que de manhã eu ia sair para comprar alguns presentes de natal e que adoraria se o nome dela pudesse estar na minha lista. Ela responde: "Eu estou bem, não preciso mais disso. Olhe por quem ainda está vivio." Mesmo assim, eu a abraço e choro, e ficamos conversando muito tempo (não me lembro sobre o que conversamos). Noto que minhas irmãs me olham de maneira estranha, e ao passarmos em frente a um espelho, percebo que apenas a minha imagem aparece, e não a da minha mãe.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Entendo que minhas irmãs não podem vê-la, só eu. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Minha mãe se despede de mim, dizendo que precisa ir, e que eu tenho que continuar com a vida. Ela me diz que está tudo bem. Concluo que ela deveria estar ali, não por mim, mas pela falecida vizinha. Depois que ela vai embora, eu ainda me sinto triste. Abro uma gaveta e vejo muito dinheiro dentro dela, e pego um pouco do dinheiro para comprar os presentes de natal.

 

 


Publicado por Ana Bailune em 16/12/2016 às 08h14
 
16/05/2016 14h26
SONHO - COBRAS - ARRUMAÇÃO

Primeiro sonho:     Eu estava em uma festa, e era noite. Havia um caminho ajardinado, escadas, para que os convidados pudessem chegar à festa. Não sei o motivo, eu ficava por ali olhando as pessoas que chegavam - que eram todas muito chiques e orgulhosas. As mulheres sempre perdiam um dos seus brincos, e eu os achava e devolvia a elas. Elas mal me agradeciam. Em volta do caminho, havia muitos buracos de onde, às vezes, cobras surgiam. Não tive medo delas, e elas não me atacavam, mas pareciam me vigiar. Colocavam as cabeças para fora e depois as recolhiam. Uma delas era verde.

 

 

 

 

 

 

 

Segundo sonho:    Minha irmã estava faxinando a casa que foi de minha mãe, onde hoje mora uma de minhas irmãs. Estava pintando tudo de branco, e organizando armários e gavetas. Fiquei desconfiada do que ela estava fazendo, e porque o fazia. Mesmo assim, eu me ofereci  para ajudar. Havia uma outra mulher trabalhando com ela, e quando tirei meus anéis, colares e pulseiras, colocando-os sobre uma estante, fiquei desconfiada de que ela os pegaria. Abri uma gaveta, e vi que minha irmã tinha arrumado tudo milimetricamente, inclusive sabonetes. Era tudo branco. O tempo todo, eu tinha a sensação de que ela estava planejando alguma coisa, algo errado.

 

 


Publicado por Ana Bailune em 16/05/2016 às 14h26
 
21/01/2016 16h53
SONHO- CASA CAINDO - PASSARINHO

Eu estava em uma festa ao ar livre. Estava anoitecendo. De onde eu estava, podia  ver a casa de minha irmã, embora na realidade, este ângulo de visão não exista. Ouvi um ruído intenso, e senti o chão tremendo sob meus pés. A casa da piscina de repente desabou com um estrondo. Comecei a gritar muito, alguém tentava me acalmar.

 

 

 

 

 

 

 

A casa grande, principal,  estava de janelas abertas e luzes acesas. Vi que havia duas pessoas lá dentro, mas não consegui distinguir quem eram, pois a luz por trás delas transformava as imagens em vultos, não conseguia ver os rostos. Gritei para que saíssem da casa, mas eles pareciam não me escutar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A segunda casa desabou com as duas pessoas dentro. Eu gritava e chorava muito, desesperada. Eu dizia que havia gente na casa, mas as pessoas pareciam não acreditar em mim. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mais tarde, alguém colocou um passarinho na minha mão, e fui até uma janela para soltá-lo. Quando ele voou, transformou-se em uma galinha, e foi perseguido por cães, que o pegaram e dilaceraram.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Acordei me sentindo muito mal.

 

 


Publicado por Ana Bailune em 21/01/2016 às 16h53
 
21/01/2015 14h56
Sonhos - janeiro 2015

Sonho I

 

Eu estava na casa dos meus sogros (meu sogro já é falecido); meu marido estava no quarto da frente, tirando tudo dos armários. Havia muitas coisas: roupas, sapatos, objetos. Tantas, que ele começou a pendurar as roupas no lustre! perguntei o que ele estava fazendo, e ele respondeu: "Estou arrumando isso aqui. Tem coisas demais. Vou jogar fora ou doar a maioria." Fiquei confusa, pois afinal, a casa é da mãe dele, e ele não tinha o direito de fazer aquilo sem falar com ela.

 

Sonho II

 

Eu estava em uma casa grande com toda a minha família. Meu pai e minha mãe, já falecidos, também estavam lá. parecia um reencontro. Meu pai estava gfeliz, e minha mãe usava uma bengala. Todas as minhas irmãs, sobrinhos, sobrinhas e cunhados moravam juntos naquela casa, e eu com eles. Meu pai me olhou, e eu compreendi na hora o que ele queria dizer: "Viu? No final, tudo se ajusta. Eu estou feliz aqui, e você?"


Publicado por Ana Bailune em 21/01/2015 às 14h56
 
18/02/2014 08h46
É TÃO FÁCIL ODIAR!

É Tão Fácil Odiar!


Hoje em dia, principalmente porque vivemos em uma era tecnológica na qual ideias e pensamentos transitam livremente, chegando aos lugares mais distantes, odiar tornou-se muito fácil; por exemplo, basta que alguém diga ou escreva: "Não concordo com você." Esta curta frase é suficiente para causar desentendimentos, transtornos e discussões sem o menor sentido! 

As pessoas acham-se donas das ideias, e inflamadas por um ego que desconhece limites, acham-se no direito de impô-las; motivadas pelo anonimato, tecem comentários equivocados sobre a vida de pessoas que não conhecem, e desenham sobre seus rostos as piores feições, tracejadas de desejos de vingança. Chegam a proferir ameaças de agressões físicas e surras, desencadeando uma trilha de desamor e maledicências contra seus desafetos, angariando súditos que passam, através de sua influência, a também odiar aquela pessoa - que nem sequer conhecem.

Acredito que pessoas que agem desta maneira talvez estejam mal consigo mesmas. Desejam encontrar alguém que lhes sirva de bode expiatório para tudo o que há de errado em suas vidas. Qualquer observação ou comentário alheio servem de rastilho de pólvora para que possam explodir e aliviar suas tensões.

É tão fácil odiar! Novamente, estes pensamentos me fazem lembrar de uma conversa que tive com uma senhora espírita, que me advertiu: "Hoje em dia, o mal paira sobre nossas cabeças, procurando por uma brecha para que chegue até nós e cause danos irreparáveis. Antigamente, quando alguém desejava influenciar a outros espiritualmente, recorria a trabalhos de magia negra; hoje, basta desejar o mal, e ele prontamente faz seu trabalho; mas atinge também aquele que buscou lançá-lo contra alguém. É preciso tomarmos muito cuidado com o que pensamos e falamos." O que ela disse ficou gravado em minha cabeça.

É admirável (no mau sentido) a capacidade que as pessoas tem de odiar alguém, com todas as forças, apenas porque suspeitam de algo que só está dentro de suas cabeças, mesmo sem qualquer embasamento. Elas não desejam esclarecer mal-entendidos; não é este o seu propósito. Querem apenas dirigir todo o ódio e frustração que carregam dentro de si contra algum alvo. Escolhem-no e atiram. Depois, fazem-se de vítimas. Tentam fazer com que o maior número possível de pessoas se voltem contra seu desafeto, e quem se recusar a fazê-lo, passa a ser ignorado ou igualmente atacado.

 

Passam também a tentar  ofender os outros pelo que expõe sobre sua idade, aparência física ou outra característica que pode até nem ser real, incentivando outros a praticar o mesmo bullying que praticam. Não percebem que agindo desta forma, estão ofendendo também todas as pessoas que se encontram na mesma situação que seu alvo - que são mais velhas, ou que estão acima do peso, que são mulheres ou que não são mestres em literatura (sendo que o pretenso ofensor também não é, embora se veja como tal). Se esquece que ele mesmo está se encaminhando para a velhice, e que daqui a poucos anos, será velho, podendo ele mesmo estar acima do peso ou perder a saúde.

 

É... odiar é muito fácil. Às vezes, basta que alguém tenha alguma coisa que ele - o que odeia - não possui, seja um talento, um estilo de vida, ou pessoas que o admiram. 

 

Se amar fosse tão fácil quanto odiar, o mundo de hoje não estaria na situação em que se encontra.

 

 


Publicado por Ana Bailune em 18/02/2014 às 08h46



Página 1 de 5 1 2 3 4 5 [próxima»]

MATURIDADE Ana Bailune R$11,55
O JARDINEIRO SONHADOR & OUTRAS CRÔNICAS Ana Bailune R$4,34
LIXO EXISTENCIAL - AMOSTRA Ana Bailune R$1,00
SEMPRE CADA VEZ MAIS LONGE Ana Bailune R$2,00
A Ilha dos Dragões Ana Bailune R$7,00
Vai Ficar Tudo Bem - ESGOTADO - Disponível na... Ana Bailune R$2,00
Site do Escritor criado por Recanto das Letras